Muitos corredores se preocupam demasiadamente em como alcançar a melhor técnica de corrida, como reduzir o pace, como correr por mais tempo, fugir de lesões, e assim vai... São tantos desejos, que tornam o caminho mais complexo ainda, não é mesmo?

 

E por onde começar?

 

Antes de tudo, alguns pré-requisitos são fundamentais, como regularidade, treino complementar de força, bons hábitos associados, metas e planejamento bem definidos, etc...

 

Existem inúmeros ajustes biomecânicos importantes que podem ser feitos a fim de se conquistar uma corrida mais econômica, e consequentemente mais eficiente e menos lesiva. Relações angulares dos principais eixos articulares, tempo de contato com o solo, oscilação vertical, impacto, impulso, tempo da fase aérea, movimentação de braços, posicionamento do tronco, frequência de passos, amplitude de passos, etc.

 

Ainda está muito difícil este projeto de corrida econômica! Não existe mesmo alguma forma mais simples para alcança-la?
Há muito tempo, alguns estudos vêm apontando para a correlação entre frequência, comprimento de passos e overstriding, com a eficiência mecânica e redução de risco de lesões, apenas pela alteração destas variáveis, ou por conta de outras que são alteradas pelos ajustes destas.

 

O Overstriding, nada mais é que a distância do seu centro de massa projetado verticalmente ao chão e o ponto de apoio do pé, sendo dependente da velocidade e das características antropométricas do corredor. Ela merece atenção especial, pois maiores valores do overtriding podem limitar a evolução e gerar maior sobrecarga mecânica ao aparelho locomotor.

 

Uma estratégia simples e muito abordada, atualmente, no mundo da corrida para minimizar o overstriding e seus efeitos, é alterando uma simples variável, a frequência de passos (cadência). Por meio de uma elevação progressiva, segura e controlada da cadência, caso esta estratégia seja realmente aplicável ao atleta, podemos alcançar esta redução do overstriding.

 

Esta simples estratégia, pode ser um primeiro passo para aquele nosso projeto da corrida econômica e menos lesiva. Antes de sair por aí aumentando a cadência, invista em uma boa avaliação biomecânica, tenha a orientação de um bom treinador e leve a sério os treinos.

 

Bons treinos e bora pra cima, galera!

 

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Rodrigo Lobo

Colunista

Bacharel em Educação Física pela Escola de Educação Física da Universidade de São Paulo; Sócio diretor da Lobo Assessoria Esportiva; Palestrante de temas sobre qualidade de vida, treinamento esportivo e empreendedorismo; Colunista do portal Ativo.com e colaborador de diversos portais e revistas esportivas; Atleta amador de corrida de rua e triathlon, Contribui com o Trilo mensalmente com a coluna - DA TEORIA A PRÁTICA - tudo que precisamos saber para manter os treinos e a qualidade de vida!

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