Aquela tão esperada prova está batendo na porta e você começou a ter pesadelos bem peculiares e estranhos como: não conseguir correr porque a perna está pesada, perder a prova por ter dormido mais do que deveria, correr em lugares bem estranhos, esquecer a roda de sua bicicleta em casa, não conseguir cruzar a linha de chegada, e assim vai...

 

Estes pesadelos, podem ser um indicativo de que você precisa levar um pouco mais a sério seu desafio e se preparar mais para ele, mas sem “neuras” se você estiver fazendo direitinho sua lição de casa. Na reta final devemos tomar cuidado com alguns pontos importantes, como o polimento (estratégia de redução da carga de treinos para preparar o corpo para a prova), redobrar a atenção à alimentação e às horas de sono mínimas para descansar o corpo e a cabeça, jogar mais energias positivas e acreditar que tudo dará certo no final, organizar a agenda para as tarefas e compromissos não desviarem o foco de seu desafio, entre muitas outros pontos importantes e particulares.

 

Na última prova de distância olímpica do triathlon, mesmo após mais de 20 anos largando em diferentes tipos de provas aconteceu algo inédito, digno da concretização de um pesadelo, perdi o horário de minha largada!

 

Por conta de um problema ocorrido na área de transição, o representante da Federação Paulista de Triathlon, que estava neste mesmo local, inclusive o no mesmo local que eu estava, orientou a todos que todas as largadas seriam atrasadas em 30 minutos.

 

Durante este meio tempo, outro representante, que estava em outro ponto da prova, ordenou que as largadas teriam apenas 15 minutos de atraso.

 

Em virtude disso, no caminho para a represa, fui surpreendido com os atletas de minha categoria e horário de largada já na represa há quase 5 minutos. E o que fazer em uma situação como esta? Desistir, curtir a prova, fazer força para tirar o tempo perdido, chorar?

 

Todos estes pensamentos passaram em minha mente em poucos segundos, e a decisão final foi LUTAR! Reprogramei as estratégias de prova e transformei o medo, a tristeza, o sentimento de injustiça e a tristeza em força, foco, vontade de vencer e tirar grande parte do tempo perdido, mesmo sabendo que a missão de vencer a prova já estava quase fora de cogitação.

 

Certamente, foi a melhor decisão que eu poderia ter tomado naqueles poucos segundos de dúvidas. A garra tomou conta de minha mente, inibindo todas as dores musculares e fadiga, tornando a vontade de cruzar a linha de chegada ainda maior.

 

Por fim, a meta principal foi atingida, com a segunda colocação geral, excelentes médias nas três modalidades, muitas lições aprendidas, legados deixados para a vida, e claro, muita comemoração!

 

Quando um grande problema surgir pela frente, tire lições importantes dele, para isso encare-o com muita energia e garra, lutando até o fim! Deixe de lado os pensamentos negativos e extravase suas emoções aprisionadas apenas ao cruzar a linha de chegada!

 

Bons treinos e bora pra cima, galera!

 

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Rodrigo Lobo

Colunista

Bacharel em Educação Física pela Escola de Educação Física da Universidade de São Paulo; Sócio diretor da Lobo Assessoria Esportiva; Palestrante de temas sobre qualidade de vida, treinamento esportivo e empreendedorismo; Colunista do portal Ativo.com e colaborador de diversos portais e revistas esportivas; Atleta amador de corrida de rua e triathlon, Contribui com o Trilo mensalmente com a coluna - DA TEORIA A PRÁTICA - tudo que precisamos saber para manter os treinos e a qualidade de vida!

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