O esporte de endurance, ao longo dos anos, vem se desenvolvendo em número de praticantes, em marcas apoiando e patrocinando e em arrecadação pelo seu valor agregado. E quais os principais motivos relacionados a este desenvolvimento?

 

Provas de longa distâncias, tem atraído milhões de praticantes pelo mundo por conta dos efeitos da mesma sobre nossa saúde, bem-estar físico, mental e social e por nos tirar da zona de conforto ao encarar treinos desafiadores para que possamos atingir nossas metas.

 

Para que possamos realizar grandes feitos, precisamos enfrentar um dos maiores vilões que, diariamente, aparece para tentar nos derrubar: a preguiça! Não devemos nos frustrar, pois isso não acontece apenas conosco, acontece com todos os animais... A explicação é simples: economia de energia que nos segura na cama, no sofá, na cadeira do escritório.

 

Esta briga entre corpo e mente nos intriga, sendo alvo de diferentes estudos comportamentais que tentam encontrar maneiras para reduzirmos os altos índices de sedentarismo, e até mesmo estratégias para aprimorarmos o rendimento esportivo.

 

Diariamente, somos surpreendidos com diferentes respostas físicas e mentais. Quem nunca acordou um dia inspirado com vontade de dobrar treino, e no dia seguinte, quis boicotar aquela corrida regenerativa e ficar dormindo até tarde? Quem nunca fez um “longão” e se sentiu forte, enquanto no “longão” seguinte se sentiu derrotado, achando que não conseguirá nem mesmo terminar a sua 18ª meia maratona da vida? Quem nunca completou aquelas 10 séries de 800 m em ritmo Z5 da planilha sobrando, e 2 semanas depois sofreu para fechar os 6 km em ritmo Z2? Quem nunca completou os 120 km de pedal com direito a ataques nas subidas finais, enquanto nos 120 km, duas semanas depois, já colocou a língua para fora antes mesmo do 50º km?

 

Pois é, estes exemplos são muito comuns entre nós, atletas de endurance, e representam, perfeitamente, como nosso corpo e cabeça estão conectados.

 

Esta complexa e curiosa conexão, é multifatorial, ou seja, sofre influência de inúmeros conhecidos e desconhecidos fatores. Alguns deles que conhecemos são: ações hormonais, características genéticas, problemas relacionados ao trabalho e família, planejamento dos treinos, hábitos de vida, falta de metas e foco, erros estratégicos, noite mal dormida, compromissos sociais, e assim vai. Existem, ainda, diversos outros que ainda desconhecemos e estão sendo investigados.

 

O conhecimento deste tema é fundamental para que possamos ter sucesso em curto, médio e longo, tentar entender um pouco melhor o que acontece conosco em determinadas situações, podendo assim, superar obstáculos da melhor maneira possível, evitando que entremos em parafuso por conta desta surpreendente e complexa relação entre corpo e mente.

 

Bons treinos e bora pra cima, galera!

 

Esta coluna é um oferecimento de IOGURTE MOO. O 1º iogurte tipo Skyr do Brasil com receita tradicionalmente islandesa. Um iogurte dessorado feito com ingredientes simples: leite de vaca e fermentos lácteos, sem conservantes. No Moo os elementos sólidos do leite, como proteínas, sais minerais e vitaminas são concentrados, criando assim um superalimento. 

 

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Rodrigo Lobo

Colunista

Bacharel em Educação Física pela Escola de Educação Física da Universidade de São Paulo; Sócio diretor da Lobo Assessoria Esportiva; Palestrante de temas sobre qualidade de vida, treinamento esportivo e empreendedorismo; Colunista do portal Ativo.com e colaborador de diversos portais e revistas esportivas; Atleta amador de corrida de rua e triathlon, Contribui com o Trilo mensalmente com a coluna - DA TEORIA A PRÁTICA - tudo que precisamos saber para manter os treinos e a qualidade de vida!

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