Nós, atletas amadores, como o próprio nome já nos conceitua, somos apaixonados pelo esporte que escolhemos para fazer parte de nossas vidas. Em nossos primeiros passos, nos preocupamos em apenas poder chegar ao final de um treino ou cruzar a linha de chegada em uma prova.

 

À medida que nos dedicamos e treinamos regularmente, nosso corpo responde, positivamente, aos estímulos aplicados e passamos a completar as distâncias em um menor tempo, ou conseguimos vencer barreira dos quilômetros, antes nunca superadas. Nosso nível de exigência passa a ser maior e passamos a acreditar que podemos ir além do que somos capazes.

 

Quem nunca ficou chateado por não ter conseguido bater um tempo previsto em uma prova, ou não gostou do pace de um treino preparatório para um grande desafio? Quem nunca, despretensiosamente, foi xeretar os resultados da prova para checar a classificação final no geral e na faixa etária e pensou que seria capaz de ir um pouco melhor e ganhar algumas posições?

 

Esta vontade em evoluir precisa ser bem modulada. Muitos atletas miram os resultados de atletas profissionais quando passam a se destacar entre os colegas. Será que isso é possível? Qual a diferença entre um bom atleta amador e um atleta profissional?

 

A questão é conceitual. Da mesma forma que descrevemos o atleta amador, como um apaixonado pelo esporte, que não o tem como sua profissão e não obtém ganhos monetários por meio dele, o atleta profissional, dedica horas significativas de seu dia por ter o esporte como seu trabalho principal e, consequentemente, depender financeiramente dele, seja com os resultados, e/ou patrocínios e direitos de imagem.

 

É muito importante ter este conceito muito bem esclarecido. Quando o atleta amador tem um excelente potencial genético e treina com qualidade e regularidade, tende a se aproximar dos tempos de um atleta profissional e passa a querer ter o mesmo resultado destes atletas, treinar, se alimentar com eles. Fazer isso pode ser perigoso, pois as condições de treino, recuperação e foco são bem diferentes. Não queria reproduzir o que atleta profissional faz, simplesmente, por ele ter um excelente resultado, pois, dificilmente, o que ele faz será produtivo e seguro para nós, amadores.

 

Muitos bons atletas amadores são bombardeados por outros amadores, que não aceitam que esses sejam classificados como eles. Neste caso, isso pode ser, rapidamente, resolvido retomando a questão conceitual que diferenciam o amador de um profissional. Infelizmente, muitos que não se dedicam pra valer, não tem estrutura física compatível à modalidade (genética favorável), ou buscam resultados rápidos, sem ter paciência e persistência, se incomodam e querem a todo o custo chegar ao topo, copiando ou atacando quem se destaca entre o grupo.

 

Foque apenas em você, treine pra valer e faça seu melhor, com paciência, qualidade, disciplina e bons hábitos associados! Desta forma você irá longe e chegará ao topo de seu potencial no esporte que tanto ama.

 

Bons treinos e bora pra cima, galera!

 

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Rodrigo Lobo

Colunista

Bacharel em Educação Física pela Escola de Educação Física da Universidade de São Paulo; Sócio diretor da Lobo Assessoria Esportiva; Palestrante de temas sobre qualidade de vida, treinamento esportivo e empreendedorismo; Colunista do portal Ativo.com e colaborador de diversos portais e revistas esportivas; Atleta amador de corrida de rua e triathlon, Contribui com o Trilo mensalmente com a coluna - DA TEORIA A PRÁTICA - tudo que precisamos saber para manter os treinos e a qualidade de vida!

One thought on “ATLETA AMADOR vs ATLETA PROFISSIONAL

  1. Rafael Souza disse:

    Tu é um exemplo de dedicação e motivação.
    Valeu Rodrigo Lobo.

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