Já falamos sobre potência, cadência e a sua relação com a FC, mas para descobrir qual a melhor relação e forma de se produzir uma boa wattagem/ rpm e manter o FC constante devemos trabalhar mais um pouco.

Como descobrir? Simplesmente testando! Como? Usando a roda de um amigo, pedivela de outro, com números diferentes da sua coroa, enfim... mas de nada adianta, se não testarmos em locais iguais ou pelo menos parecidos, preferencialmente com as mesmas condições de vento e temperatura.

Mas o que devo olhar? Lembre-se que você quer melhorar a wattagem em relação a sua FC (PW:HR), assim tem que tentar produzir a mesma potência, mas com cadências diferentes e comparar com a FC que você estava e entender qual foi mais eficiente.

As coroas maiores do pedivela mais comuns são: 53 (tradicional), 52 mid (compact) e 50 (compact). Já as coroas de dentro podem ser 39, 36 e 34 respectivamente. Assim são como normalmente vem de fábrica, mas você pode sim customizar a sua relação. Já a parte de trás, ou seja, o cassete, tem mais variações indo do 11 até 25-28 mais comuns para quem pedala no plano e chegando hoje até os 32 dentes atrás possibilitando uma combinação super leve para montanhas.

Há ainda algumas mudanças que podem ser feitas no braço do pedivela  que deixaremos para um novo tópico.

Igor Laguens

Colunista

Educador Fisico, Certificado por Training Peaks, Endurance Coaching Summit, Serrota International Cycling Institute e Bikefit.com. Ciclista há mais de 17 anos, embaixador do Haute Route no Brasil, contribui com o Trilo quinzenalmente as terças feiras com a coluna: OS SEGREDOS DO CICLISMO DE ESTRADA – força com controle.

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